| 2011-06-06 17:49:51 |
Bissau - O programa Engenheiros Sem Fronteiras da ONGD Tese, lançou oficialmente este domingo, em Bafatá, a obra de execução das infra-estruturas de abastecimento de água potável.
Com o financiamento da Comissão Europeia, do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD) e do Ministério da Energia e Recursos Naturais da Guiné-Bissau, a Tese e os seus parceiros locais, já conseguiram resultados como o Modelo de Gestão, que estabelece os principais procedimentos para a gestão, operação e manutenção das infra-estruturas, por parte da associação que assegura o abastecimento de água na cidade e a capacitação de 26 elementos pertencentes a esta associação, Direcção Regional de Recursos Hídricos e da Comunidade em Gestão Financeira, Comercial, Controlo da Qualidade da Água e Facilitação Comunitária.
A campanha de sensibilização já fez chegar mensagens-chave ao público alvo, nomeadamente a necessidade de lavar as mãos com sabão, como um comportamento elementar para a redução de doenças, a aproximadamente 5 276 mulheres, homens e crianças.
As infra-estruturas a serem reabilitadas e construídas, e cujo o arranque oficial se assinala no próximo Dia Mundial do Ambiente, são a Recuperação das Nascentes e Cisternas de Boma, a construção de um fontenário em Boma, a extensão de 735m de conduta, instalação de dois sistemas fotovoltaicos nos furos da Rua Porto e do Bairro 4, implementação de uma bomba manual no furo de Tricilim e ainda a instalação de dez medidores de caudal instalados em todos os fontanários da rede.
As obras irão decorrem até Outubro 2011, e irão garantir um acesso sustentável a uma fonte melhorada de água potável a aproximadamente 9 000 mulheres, homens e crianças de Bafatá.
As medidas visam contribuir para a melhoria da situação de vida das populações e o cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, nomeadamente a Erradicação da pobreza extrema e fome, Reduzir a mortalidade infantil e Garantir a sustentabilidade ambiental, de 28 067 mulheres e homens que habitam na cidade de Bafatá.
Sumba Nansil
A campanha de sensibilização já fez chegar mensagens-chave ao público alvo, nomeadamente a necessidade de lavar as mãos com sabão, como um comportamento elementar para a redução de doenças, a aproximadamente 5 276 mulheres, homens e crianças.
As infra-estruturas a serem reabilitadas e construídas, e cujo o arranque oficial se assinala no próximo Dia Mundial do Ambiente, são a Recuperação das Nascentes e Cisternas de Boma, a construção de um fontenário em Boma, a extensão de 735m de conduta, instalação de dois sistemas fotovoltaicos nos furos da Rua Porto e do Bairro 4, implementação de uma bomba manual no furo de Tricilim e ainda a instalação de dez medidores de caudal instalados em todos os fontanários da rede.
As obras irão decorrem até Outubro 2011, e irão garantir um acesso sustentável a uma fonte melhorada de água potável a aproximadamente 9 000 mulheres, homens e crianças de Bafatá.
As medidas visam contribuir para a melhoria da situação de vida das populações e o cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, nomeadamente a Erradicação da pobreza extrema e fome, Reduzir a mortalidade infantil e Garantir a sustentabilidade ambiental, de 28 067 mulheres e homens que habitam na cidade de Bafatá.
Sumba Nansil
(c) PNN Portuguese News Network
28 DE ABRIL DE 2011
Arquipélago dos Bijagós, Guiné Bissau
Dietmar Pabe
Decorreu nos dias 26 e 27 de Abril em Dacar, uma mesa redonda dedicada aos sectores da energia e água na Guiné Bissau, na qual participaram especialistas nacionais e parceiros económicos e financeiros de países doadores designadamente da União europeia, do Banco mundial ou do Banco africano de desenvolvimento.
O nosso correspondente em Dacar, Cândido Camará, fez o balanço com Higino Cardoso, Ministro da Energia e Recursos Naturais da Guiné Bissau...
O nosso correspondente em Dacar, Cândido Camará, fez o balanço com Higino Cardoso, Ministro da Energia e Recursos Naturais da Guiné Bissau...
por Agência Lusa , Publicado em 18 de Abril de 2011
O governo da Guiné-Bissau rubricou hoje um acordo de financiamento e de parceria com a UNICEF e com a União Europeia para levar água e saneamento a mais de 60 mil pessoas no sul do país considerado como zona carenciada.O projeto a ser financiado em 3,1 milhões de euros, dois milhões dos quais disponibilizados pela União Europeia, foi apresentado pela UNICEF, que irá desembolsar um milhão de euros, e destina-se a criar as melhores condições de vida às populações guineenses.
A iniciativa, designada "Facilidade pela Água", tem a duração de três anos e será executada nas regiões de Quinará e Tombali, ambas no extremo sul da Guiné-Bissau. Serão construídos poços de água e ainda serão realizadas várias ações nos domínios do saneamento do meio e promoção de higiene.
...no entanto ...
Governo da Guiné-Bissau necessita de 109 milhões para energia e água
26/04/11, 13:50
OJE/Lusa
OJE/Lusa
O governo da Guiné-Bissau necessita de pelo menos 160 milhões de dólares (109,4 milhões de euros) para relançar o sector da energia e água.
De acordo com uma nota de imprensa do gabinete da ministra da Economia, Plano e Integração Regional, Helena Embaló, a necessidade de obtenção deste fundo será objecto de uma mesa-redonda, em Dacar, Senegal, na qual o governo irá sensibilizar os principais parceiros e financiadores do sector da energia e água. Integram ainda a mesa-redonda cerca de 30 participantes. Os ministros da Economia, Helena Embalo, e o dos Recursos Naturais e Ambiente, Higino Cardoso, representarão o governo guineense na mesa-redonda.
O encontro servirá também para a Guiné-Bissau apresentar os objectivos da reestruturação do sector da energia e água, expor os custos dos investimentos que prevê fazer e solicitar apoio internacional, bem como recolher observações e contribuições sobre a estratégia de reforma do sector.
A questão da energia e água tem sido apontada pelas autoridades da Guiné-Bissau como um dos principais entraves ao processo de desenvolvimento do país.
Até à guerra civil de 1998/99, a Guiné-Bissau ainda apresentava índice de qualidade em termos de produção e distribuição de energia e água, mas a situação tem vindo a piorar a cada ano que passa.
A capital do país, Bissau, conta actualmente apenas com uma capacidade instalada de 5,5 megawatts, quando na realidade necessita de 30 megawatts para atender às necessidades de cerca de 400 mil pessoas.
Dados do governo apontam que apenas 10% da população de Bissau está ligada à rede eléctrica pública e 7% recebem água potável diariamente.