A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) vai criar a Rede de Institutos Nacionaisde Saúde Pública.
A reunião que vai fundar a Rede acontece de segunda a quarta-feira, em Bissau (Guiné-Bissau), na presença dos ministros da Saúde de Angola, da Guiné-Bissau e de representantes dos Estados membros membros da comunidade.
O Secretário Executivo da CPLP, Domingos Pereira, faz-se representar na reunião pelo director-geral, Hélder Vaz, e pelo director de Cooperação da comunidade, Manuel Clarote Lapão.
Uma nota do Secretariado da CPLP revela que a reunião vai, também, definir as directrizes operacionais e estabelecer um plano de acção inicial para o fortalecimento dos institutos membros e o apoio à sua criação nos países que carecem destas estruturas.
A segunda reunião de ministros da Saúde da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que decorreu em 15 de Maio de 2009, no Estoril, Portugal, aprovou o Plano estratégico, que traça as prioridades de cooperação no sector no espaço da CPLP e define o lançamento da rede como um dos projectos prioritários.
A CPLP é uma integrada por países lusófonos que instiga a aliança e a amizade entre os signatários. a sua sede fica na Lapa, em Lisboa. A organização celebra o dia 5 de Maio como Dia da Língua Portuguesa e da Cultura em todo espeço lusófono.
Bissau – O ministro da Saúde guineense acusou este fim-de-semana, alguns directores regionais de saúde, de gestão danosa na utilização de fundos para compra e utilização de medicamentos. «Há conivência de nosso pessoal neste sentido e já tomamos medidas para disciplinar o mercado farmacêutico», disse o governante. Como isto não se bastasse, o responsável máximo da pasta da Saúde adiantou que estes medicamentos são vendidos de forma clandestina e a um preço muito elevado à população doente. Interrogado sobre as medidas a tomar sobre estas práticas, Simões Pereira disse que estão a ser tomadas medidas junto da Associaçao de Farmacêuticos, a nível nacional. Relativamente à falta destes medicamentos essenciais que recentemente foi denunciado pelo responsável do Centro de Saúde de Varela, em São-Domingos, no norte do país, Camilo Simões Pereira desmentiu que não haja falta de medicamentos no país. Sumba Nansil | ||
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