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A Tiniguena organiza, em estreita colaboração com o Grupo de Trabalho para a Promoção dos Produtos da Terra, as 1ªs Jornadas do Consumo Nacional, que decorrerão em Bissau, de 16 a 18 de Dezembro. Estas jornadas inscrevem-se no âmbito do projecto Kil Ki Di Nos Ten Balur, co-financiado pela União Europeia e pelo IPAD e executado pela Tiniguena em parceria com o CIDAC.
O Grupo de Trabalho para a Promoção dos Produtos da Terra foi criado em 2009, no âmbito do mesmo projecto, com o objectivo de congregar os actores e as iniciativas em prol da valorização dos produtos e saberes associados à rica biodiversidade da Guiné-Bissau. Integra actualmente 8 organizações, concretamente: ACOBES, AD, Artissal, Caritas, Divutec, COAJOQ, KAFO e Tiniguena.
Temos pois o grato prazer de o convidar a tomar parte nestas jornadas (programa no verso) muito em particular no acto inaugural que constará de três grandes momentos:
a)      A Conferência sobre “Consumir natural, Consumir Nacional”, que será proferida no dia 16 de Dezembro, pelas 16H00, no Centro Cultural Franco Bissau-Guineense, pelo Sr. Nelson Dias, Representante da UICN na Guiné-Bissau;
b)     O lançamento na nova colecção de postais e calendário da Tiniguena para 2011, sobre o tema “Nha Terra, Guiné-Bissau”, comemorativos do XXº Aniversário da Tiniguena a cumprir a 5 de Junho de 2011;
c)      A inauguração da exposição fotográfica “Nha Terra”, exibida igualmente no Centro Cultural Franco Bissau-Guineense.

RESERVA PARA A DIVERSIDADE


O Arquipélago dos Bijagós foi classificado pelo UNESCO como reserva ecologica da biosfera, devido a sua diversidde de ecossistemas. O seu isolamento, em termos de transportes e desenvolvimento, acaba por ser uma vantagem, mantendo-se a natureza intocada, com uma fauna e uma flora difíceis de encontrar noutros pontos do planeta.

Situado ao largo da costa da Guiné-Bissau, em frente à foz do Rio Geba, o arquipélago dos Bijagós, com quase 90 ilhas, permanece protegido da vertiginosa prospecção turística que se regista em outras partes do mundo. Em estado virgem, os únicos indícios da civilização se notam na ilha de Bolama, cuja cidade com o mesmo nome antecedeu Bissau como capital do país, e na ilha de Bubaque, onde está concentrada a maior parte dos mais de 30 mil habitantes deste arquipelago do continente Africano.

Classificado pela UNESCO como reserva ecológica da biosfera devido a diversidade de ecossistema, que vão desde as florestas húmidas às savanas, é também possível encontrar neste arquipélago hipopótamos (últimas reserva de água salgada), tartarugas gigantes, golfinhos e bandos de flamengos, que aproveitam o sossego das paisagens para garantir a sobrevivencia da espécie.
Este santuário permanece intocável devido a situação política da Guiné-Bissau e a não entrada de investimento do arquipélago. Mas também devido a falta de acessibilidades. O isolamento dos Bijagós deve-se em muito as dificuldades que existem para chegar as ilhas. A travessia das águas é garantida pelas pirogas ou pelas lanchas que podem ser alugadas por cerca de 500 euros, e também pelo expresso bijagos, um ferri-boat a operar desde Junho de 2008, que faz a ligaçao entre Bissau, capital da Guiné-Bissau e Bubaque considerado acapital do arquipélago.
Desde 2008, há pequenos aviões de 3, 5, e 12 lugares que fazem 3 a 5 voos diários entre o arquipélago e Bissau, assim como Kap Skiring (Senegal) sendo assim a situação de transportes para o arquipélago tem estado a melhorar.
 As viagens de pirogas são, contudo arriscadas, principalmente na epoca das chuvas entre Maio e Outubro pela falta de segurança existe estes meios de trasporte, na sua maioria não tem forma de comunicar com terra, caso fiquem presos num banco de areia ou sem rumo divido as fortes correntes ou alteraçoes nas marés.

 Por outro lado a intervenção da Marinha guineense esta sempre condicionada ao estado de mar. Apensar dos riscos, vale a pena apanhar um qualquer meio de trasporte marítimo ou aéreo e visitar as ilhas e conhecer os seus habitantes, os Bijagós, uma das etnias guineenses que mantêm o seu estado cultural mais preservado.

Exímios escultores, pescadores e dançarinos, os Bijagós continuam a manter as tradições das etnias, quer na forma como vivem e vestem. Quer na prática dos seus rituais sagradas, como e o caso da realizaçao do fanado passagem para a idade adulta e das cermonias de cura.  

Exímios escultores, pescadores e dançarinos, os Bijagós continua a manter as tradiçoes da etnia quer na forma como vivem e vestem, quer na prática dos seus rituais sagrados.
Segundo os rituais, nas ilhas sagradas o solo não pode pertencer a ninguem e, como tal. Ficam desertas, proporcionando aos animais verdadeiro refúgios para garantir a sobrevivência das espécies uma das razões a apontadas para a conservaçao dos rituais das curandeiras é a falta de médicos no arquipélago, onde apenas existem menos de 3 para todos os habitantes dos Bijagos conservam e acabam também por permitir proteger as espécies que ali se encontram, porque a maior parte das ilhas são consideradas sagradas. Segundo os rituais, nas ilhas sagradas o solo nao pode pertencer a ninguém e como tal ficam desertas, proporcionado aos animais verdadeiros refúgios para garantir a sobrevivência das espécies exemplo desta protecção está no ritual existente para observar as tartarugas gigantes, consideradas pelo bijagó por desovarem em solo sagrado.
Para as conseguir, os turistas têm de esperar as marés em que elas sobem para desovarem ou os turistas pagam para visitarem parque marinho onde as tartarugas sobem e desovam em segurança (como no parque marinho João Vieira e Poilão ou no Parque de Orango, na ilha de Orangozinho).
Além da fauna e da flora, o arquipélago dos Bijagós é dono de longas extensões de areia ponteadas por palmeira que oferecem frescas sombras para os amantes da praia.

Com procura, não muito elevada já que a relação dos locais com o mar passa apenas pela pesca, os banhistas têm como companhia manadas de vacas que gostam de descansar, durante o dia, proximo das aguas do mar mas que sao inofensivas.

Mais ofensivas são as raias existentes em enorme quantidade nas areias das praias, aconselhando-se o uso de chinelos ou sandálias de borracha para entrar nas aguas.

Segundo os Bijagós que não apresentam nenhuma explicação, as raias não mordem as mulheres, mas vale mais prevenir e utilizar uma protecção para os pés.

Rubane, Bubaque, Orango-grande, João vieira e Queré são algumas das ilhas que dispoem de unidades Hoteleiras para quem quer visitar os Bijagos.

A ilha de Bubaque tinha electricidade pública e bombas de águas canalizadas que já não funcionam desde década de 90 tem também pequenos estabelecimentos comerciais, um minimercado, uma bomba de venda de combustíveis (ENGEN) inaugurada este ano, Banco de transferência de dinheiro (WESTERN UNION) também inaugurada este ano, no primeiro semestre de 2011 deverá ser instalada outro Banco (CBAO).

 Os restaurantes podem ser encontrados na cidade e nos hotéis.
Algumas ilhas estão distantes ainda funcionam com o sistema de troca directa de produtos.  
Distanciamento e o isolamento tem no entanto, tornando o arquipélago numa tentação para Narcotraficantes, que tentam utilizar as suas ilhas como placa giratório para os seus negócios ilícitos, ou como ponto de saida para a emigraçao clandestina, com destino a Europa.
Apensar de alguns ricos, visitar o arquipélago dos Bijagós é como entrar na máquina do tempo e recuar milhares de anos na nossa história. Conhecer os Bijagós é termos a possiblidade de perceber a nossa evolução enquanto seres Humanos.

Isabel Marisa Serafim (texto) Jorge Neto (fotos)
Jornalistas da Lusa na Guiné-Bissau 

Algumas alterações deste texto foram feitas por Eduardo Moscate, no blog http://inforbijagos.blogspot.com


A associação Coração Sem Fronteiras no âmbito do seu projecto "Coração na Guiné" vai promover, entre 1 de Dezembro de 2010 e 31 de Janeiro de 2011, uma campanha de angariação de material escolar, com o qual pretende apoiar 15 Oficinas de Língua Portuguesa na Guiné-Bissau, reabilitar a biblioteca de uma escola básica e secundária, frequentada por 770 alunos, e uma escola primária, com 85 crianças, numa tabanca, ambas na região de Gabú.



Quem quiser juntar-se a esta causa pode entregar dicionários, prontuários, gramáticas, enciclopédias e tabuadas no nosso centro de recolha, situado no Largo Cipriano Dourado, nº3, em Damaia de Baixo, Amadora. Lançamos também o desafio às empresas e às escolas para que promovam esta campanha internamente. A Porto Editora é já nossa parceira nesta iniciativa.


O material angariado será enviado para a Guiné-Bissau por via marítima e entregue em mãos pelos voluntários do projecto Coração na Guiné, que irão percorrer os 7500 quilómetros que ligam Portugal à Guiné-Bissau de mota. Ofereça um livro e recebe um sorriso!


O projecto “Coração na Guiné” nasceu em 2008  para ajudar a melhorar as condições de vida das crianças e mulheres mais desfavorecidas da Guiné-Bissau, através de parcerias com ONGs e instituições religiosas que estão já no terreno, organismos estatais guineenses e portugueses, empresas e organizações públicas e privadas.

"O livro é uma extensão da nossa memória e da imaginação."

Para mais informações contactar:
coracaonaguine@gmail.com

Visite o blog: coracaonaguine.blogspot.com
DEBATE PÚBLICO :  OS 15 ANOS DA CPLP - COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

ORADOR
Domingos Simões Pereira
Secretário-Executivo da CPLP

18 de Dezembro, Sábado, 16h
Na nossa Sede: Rua Mouzinho da Silveira, 23 (junto ao Marquês de Pombal)

MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO (www.movimentolusofono.org)
(blogue: www.mil-hafre.blogspot.com)
(facebook: http://www.facebook.com/group.php?gid=2391543356)

O MIL: Movimento Internacional Lusófono é um movimento cultural e
cívico, registado notarialmente no dia 15 de Outubro de 2010, que
conta já com mais de 5 MIL adesões, de todos os países da CPLP. Entre
os nossos órgãos, eleitos em Assembleia Geral, inclui-se um Conselho
Consultivo, constituído por meia centena de pessoas, representando
todo o espaço da lusofonia.

Defendemos o reforço dos laços entre os países lusófonos – a todos os
níveis: cultural, social, económico e político –, assim procurando
cumprir o sonho de Agostinho da Silva: a criação de uma verdadeira
comunidade lusófona, numa base de liberdade e fraternidade.

CONTACTOS: 967044286; info@movimentolusofono.org

SEDE: Sociedade da Língua Portuguesa, Rua Mouzinho da Silveira, 23,
1250-166 Lisboa

NIB: 0036 0324 99100004336 09; IBAN: PT50 0036 0324 9910 0004 3360 9;
BIC: MPIOPTPL; NIF: 509 580 432

Para aderir ao MIL: adesao@movimentolusofono.org (indicar: nome e área
de residência)

Assembleia Geral: Miguel Real, Fernando Sacramento e Isabel Mendes Ferreira.

Conselho Fiscal: Carlos Vargas, Isabel Victor e Delmar Gonçalves.

Direcção: Renato Epifânio (Presidente), Rui Martins (Vice-Presidente),
António José Borges, Eurico Ribeiro, José Pires F., Marcos Guedes e
Maria Luísa Francisco.

Sócios Honorários: Adriano Moreira, António Braz Teixeira, Elsa
Rodrigues dos Santos, Lauro Moreira, Manuel Ferreira Patrício,
Pinharanda Gomes e Ximenes Belo.

1.º CONGRESSO DE CIÊNCIA E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DA GUINÉ-BISSAU

GABÚ - 24 A 30 DE JANEIRO DE 2011
Os desafios da Ciência Regional na África Ocidental
Enquadradas pela Regional Science Association International (RSAI), as Associações de Ciência Regional de todo o mundo integram investigadores de várias disciplinas científicas que abordam questões de desenvolvimento regional. A proximidade e a complexidade dos sistemas humanos e territoriais induzem a interdisciplinaridade e a pluralidade de abordagens da ciência regional cuja coerência é operacionalizada pelo rigor e capacidade dos métodos de análise e pela constante necessidade de informação e conhecimento dos processos de tomada de decisão dos agentes que intervêm e interagem no território. 
A organização deste Encontro de Ciência Regional na Guiné-Bissau tem como objectivo o lançamento da Ciência Regional no país, na Região Africana onde se situa e em África, e tem como pressupostos interligados: i) que o saber, o conhecimento e a informação são essenciais ao desenvolvimento sustentável das pessoas e dos sítios; ii) que o saber, o conhecimento e a informação devem ser criados localmente e integrados globalmente; iii) e que a ciência regional permite – completando e complementando outras abordagens - integrar e dar escala aos vários saberes disciplinares e plurais da Guiné-Bissau tornando-os mais efectivos em termos do desenvolvimento sustentável das pessoas e dos sítios do país.
A escolha de Gabú como local do Encontro tem fundamento. De facto a região administrativa de Gabú integra o lugar simbólico de Madina de Boé, berço da fundação da Guiné-Bissau. Por outro lado, Gabú se encontra perto de um dos centros de distribuição mais importantes de África, na separação das bacias ambientais e civilizacionais dos rios Geba, Gâmbia, Senegal e Níger. Finalmente, porque a partir das pessoas aí enraizadas se estabeleceram relações com Universidades e Centros de Investigações Científicas da Gâmbia, do Senegal, da Guiné Conacri, do Mali, do Níger, da Algéria, de Angola e Moçambique e, naturalmente, de Cabo Verde.
 DATAS IMPORTANTES
  • 15 de Novembro de 2010 - Recepção de Resumos - Segunda Chamada
  • 30 de Novembro de 2010 - Aceitação dos Resumos
  • 15 de Dezembro de 2010 - Recepção final das Comunicações
Sub-Temas:
  1. Descentralização e estratégicas de desenvolvimento local e regional
  2. A crise energética e o desenvolvimento regional
  3. Paisagens, biodiversidade e gestão das zonas costeiras e a sociedade
  4. Integração regional africana: Politicas económicas e sociais
  5. Agricultura, meio-ambiente e desenvolvimento rural
  6. Medicina moderna e tradicional no desenvolvimento regional
  7. Ensino, Formação, pesquisa e desenvolvimento regional
  8. A região de Gabú como modelo do desenvolvimento económico regional?
  9. A problemática das crianças “Talibe” no quadro do desenvolvimento
  10. Poderes tradicionais no contexto da gestão e resolução de conflitos locais e regionais
  11. Migração e desenvolvimento africano
  12. Modelos operacionais dos sistemas regionais
PARA VER AS INFORMAÇÕES COMPLETAS SOBRE ESTE EVENTO E A SUBMISSÃO DE ARTIGOS/PAPERS , VISITE O SITE http://www.apdr.pt/encontros/guine
CONTACTOS
Presidente da Comissão de Organização
Augusto Idrissa Embalo
Email:  idrissaembalo@hotmail.com
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa - INEP
Bairro de Ajuda, 2°  Fase,  P. O. Box  112, Bissau, Guiné-Bissau
Tel: (+ 245) 674 77 98
Vice-Presidente da Comissão de Organização
Tomaz Ponce Dentinho
Email:  tomazdentinho@uac.pt
Secretariado 
Elisabete Martins 
Email:
 apdr@apdr.pt; elisabete.martins@apdr.pt
Internet: www.apdr.pt 
Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional - APDR
Universidade dos Açores - DCA
9701-851 Angra do Heroísmo
Terceira, Açores, Portugal
Fax: (+351) 295 402 205
Tel.: (+351) 295 332 001
PARA VER AS INFORMAÇÕES COMPLETAS SOBRE ESTE EVENTO E A SUBMISSÃO DE ARTIGOS/PAPERS , VISITE O SITE http://www.apdr.pt/encontros/guine



Oeiras - Evento "Biodiversidade e Combate à Pobreza"


No dia 6 de Outubro na Biblioteca Municipal de Oeiras a ONGD Ajuda Amiga realiza:

·        Exposição de quadros, fotografias e esculturas

·        Projecção do filme "Bemba di Vida" (O Celeiro da Vida) às 15H45 - entrada livre

·        Recolha de livros no local



No Ano Internacional da Biodiversidade e no Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social a ONGD Ajuda Amiga associa-se à iniciativa de mobilização e sensibilização da sociedade portuguesa para a problemática da pobreza, da exclusão social, e da biodiversidade.


O evento irá decorrer com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras, na Biblioteca Municipal de Oeiras, situada na Avenida Francisco Sá Carneiro, Urbanização Moinho das Antas, nº 17, em Oeiras.


 Será projectado no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, o filme "Bemba di vida", sobre as áreas protegidas da Guiné-Bissau, o qual tem uma duração de 45 minutos. 

A ONGD Ajuda Amiga irá ainda fazer no local uma exposição de quadros, fotografias, esculturas, e uma recolha de livros que os visitantes queiram doar, participando deste modo no combate à pobreza através do conhecimento. Os livros serão depois armazenados nos nossos armazéns na Amadora, e enviados por contentor para a Guiné-Bissau em Janeiro de 2011, nele seguem também outros bens como equipamento hospitalar, computadores, unidades de compostagem, cobertores, roupa, calçado, brinquedos, etc.


Participe! 

Lisboa - Evento "Conservação da Biodiversidade para manter o Pão dos Guineenses"

No dia 6 de Outubro irá ocorrer um outro evento sobre o mesmo tema no Centro Cultural Franciscano, situado no Largo da Luz, 11, 1600-498 Lisboa, tel. 217140515, também realizado pela ONGD Ajuda Amiga, e com o seguinte programa:
 ·        Projecção do filme "Bemba di Vida" (O Celeiro da Vida) às 21h15 no Centro Cultural Franciscano - entrada livre
·        Tertúlia com Engº Técnico Agrário António Estácio

Participe! 
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    Nota da redação

    Caros visitantes,
    Infelizmente não tem sido possível dar continuidade a este projeto. O blog continuará disponível, na esperança de que um dia possamos retomar a postagem diária de notícias do nosso país.
    A todos o nosso muito obrigado.
    Um abraço!