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2011-05-17 15:11:50
 

Bissau - Os refugiados de diferentes nacionalidades que se encontram na Guiné-Bissau, iniciaram esta segunda-feira, em Bissau, uma greve de fome por um período indeterminado.
Os protestos das pessoas que escolheram a Guiné-Bissau como país de refúgio após os acontecimentos de diferentes naturezas nos seus países de origem, tem como objectivo, exigir os seus direitos junto à representação de Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

Sobre esta greve, John Mathes, Presidente dos Refugiados Urbanos, é da opinião que o Governo da Guiné-Bissau não está a cumprir as regras internacionais sobre os direitos que assistem os refugiados. «Estamos cansados e fartos de promessas de todos os anos para que os nossos problemas sejam solucionados, mas tudo continua na mesma», disse um dos refugiados em greve de fome.

A maior parte dos refugiados que se encontra no país é proveniente dos países vizinhos tais como o Senegal, Guiné-Conacri, Serra-Leoa e Libéria. Estima-se que estejam a viver no território guineense pouco mais 40 mil pessoas, entre deslocados e refugiados de diferentes nacionalidades.
O grupo tem sido assistido pelo Governo da Guiné-Bissau através do Ministério do Interior, mais especificamente, do Secretariado-executivo para os Refugiados e Deslocados Internos.

Ogrupo terá sido dispersado ao fim da tarde de segunda-feira, pela Polícia de Intervenção Rápida, a pedido de HCR na Guiné-Bissau.

Sumba Nansil
(c) PNN Portuguese News Network

Sindicato Nacional dos Professores da Guiné-Bissau volta às greves

17 de Maio de 2011, 13:55

Bissau, 17 mai (Lusa) -- O Sindicato Nacional de Professores da Guiné-Bissau (SINAPROF) iniciou hoje uma greve de três dias por incumprimento por parte do governo do acordo assinado no final do ano.
No acordo, o governo, segundo um comunicado daquele sindicato, comprometeu-se a aplicar a carreira docente, efetivar todos os professores e a pagar os salários em atraso aos docentes.
"Nenhum dos pontos previstos no acordo assinado foi respeitado e cumprido integralmente pelo governo", refere o sindicato no documento.
No comunicado à imprensa, o SINAPROF adverte que, se as "reivindicações não forem solucionadas, prosseguirá com sucessivas paralisações", mas ao mesmo tempo manifesta abertura para a continuação do diálogo com as autoridades.
No final do ano passado, os dois principais sindicatos dos professos da Guiné-Bissau, SINAPROF e Sindicato Democrático dos Professores (SINDPROF), chegaram a um entendimento com o governo depois de uma paralisação de 15 dias.
Em dezembro, os dois sindicatos prometeram retomar as aulas e alargar o período letivo mais um mês para compensar os alunos pelos dias de aulas perdidos.
Contactado pela agência Lusa, o SINDPROF demarcou-se da atual greve dos professores, sublinhando que o "governo já cumpriu 70 por cento das reivindicações".
"Foram efetivados 203 professores. O que está pendente neste momento é o problema dos salários dos professores contratados e novos ingressos (...) e já temos garantia de pagamentos", afirmou à Lusa Cármen Ocante, porta-voz do SINDPROF.
MSE.
Lusa/Fim

Recentemente, Lisboa decidiu transferir para as autoridades guineenses a responsabilidade pelos encargos financeiros da instituição, sobretudo em relação ao pagamento dos docentes locais.

Da Redação, com Panapress
Bissau - Os professores guineenses da Faculdade de Direito de Bissau iniciaram terça-feira uma greve de três dias com vista a exigir do Governo melhores condições de trabalho.

Segundo o porta-voz da comissão dos professores, Vasco Biague, a convocação desta segunda greve desde fevereiro último é resultante da “atitude péssima” do Governo para com os docentes desta instituiçao académica.

“A atitude do Governo tem deixado muito a desejar. De facto, o Governo não tem tido a vontade de satisfazer as nossas reivindicações, porque se a tivesse, tudo teria sido resolvido”, acusa Vasco Biague.

Precisou que entre as reivindicaçoes listadas no caderno reivindicativo consta a melhoria das condições de trabalho na Faculdade, a adequação de salas de aulas em função de número de estudantes e uma sala para os docentes.

A Faculdade foi criada em 1990 ao abrigo dos acordos de cooperação entre os Governos guineense e português, através do qual Portugal tem sido o suporte financeiro, técnico e científico da instituição.

Recentemente, Lisboa decidiu transferir para as autoridades guineenses a responsabilidade pelos encargos financeiros da instituição, sobretudo em relação ao pagamento dos docentes locais, soube a PANA em Bissau da comissão dos professores.

Os professores protestam ainda contra a falta de aparelhos de ar condicionado nas salas de aulas, de conexão à internet e um leque de dificuldades que, segundo Biague, “nao se pode mais tolerar”.

Biague deplora ainda o facto de “nenhuma destas reivindicações ter tido saneada pelo Governo".

Bissau, 04 jan (Lusa) -- Os operadores judiciais da Guiné-Bissau, que hoje iniciaram a primeira fase de uma greve geral de seis dias, criticaram a "apatia do poder politico" na resolução dos problemas da justiça afirmando que só fala destas questões nos discursos.
Segundo Ladislau Imbassa, presidente da Associação Sindical dos Magistrados Judiciais (Asmagui), a greve decorre entre hoje e quinta-feira e na segunda fase entre os dias 11 a 13 deste mês.
O responsável dos magistrados judiciais guineenses defendeu que a classe é obrigada a ir novamente para a greve, porque "o governo não tem sido sensível" às reivindicações dos operadores da justiça do país, nomeadamente a melhoria dos salários e das condições laborais.
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Os magistrados da Guiné-Bissau vão voltar a paralisar o sector da justiça no país, com uma greve de seis dias, refere uma nota divulgada à imprensa.

Segundo a nota, a greve decorre entre terça e quinta-feira, e entre os próximos dias 11, 12 e 13 de Janeiro.
A paralisação foi convocada pela Associação Sindical dos Magistrados Guineenses, Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e Sindicato Nacional dos Oficiais da Justiça.
No documento, os três representantes sindicais dos magistrados guineenses remetem para uma conferência de imprensa na terça-feira esclarecimentos sobre as razões da greve.
No início de Dezembro, os sindicatos que representam os magistrados da Guiné-Bissau convocaram uma greve de três dias, para reivindicar melhores condições de trabalho e salariais.
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Fonte: Diário Digital


O  primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior, convenceu os dois sindicatos dos professores, em greve há mais de duas semanas, a retomarem amanhã as aulas. "A partir de agora haverá paz no sector do ensino", disse Carlos Gomes Júnior na sexta-feira, à saída de uma reunião com os representantes do Sindeprof (Sindicato democrático dos professores) e Sinaprof (Sindicato Nacional dos Professores).

Os sindicatos prometiam mais duas semanas de greve, em reivindicação pelos salários em atraso, a adopção do estatuto da carreira docente e divergências sobre os descontos do salário aos docentes que aderiram às greves anteriores.
Com o compromisso do Governo, os professores poderão receber um dos quatro meses de salário em atraso referente ao ano de 2008, não havendo o desconto das faltas relacionadas com as greves anteriores. Os professores estão dispostos a alargar o período lectivo mais um mês, para compensar as aulas perdidas com as greves.
Bissau – O Ministro da Justiça guineense, Mamadu Saliu Djalo Pires, disse, esta terça-feira, em Bissau, que a greve dos sindicatos dos operadores judiciais, afecta negativamente os cidadãos e o sector da Justiça.

Em declarações exclusivas à PNN, Saliu Djalo Pires disse estar incomodado com a situação de greve, declarada pela Associação Sindical dos Magistrados Guineenses, Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e Sindicato Nacional dos Oficias de Justiça, contudo admite que a greve é um direito que assiste a qualquer funcionário como forma de reivindicar os seus direitos. «A paralisação de qualquer sector da sociedade, causa prejuízos, sobretudo ao cidadão que procura um serviço na área da Justiça», reconheceu Mamadu Djalo Pires.

Para contornar a situação, o responsável máximo do sector da Justiça informou que já foi criada uma comissão com objectivos de encontrar soluções para as paralisações junto dos grevistas. Quanto às exigências dos sindicatos, Mamadu Djalo Pires, apelou ao bom senso, tendo frisado que nem todas as reivindicações terão soluções imediatas por parte do Governo, como é caso da construção de infra-estruturas. «Nem todas estas exigências dependem do Ministério da Justiça, temos que concertar com os ministérios das Finanças e da Função Pública para encontrar uma solução», informou.

O ministro da Justiça informou que está em curso a instituição de um estatuto remuneratório especial para os magistrados do Ministério Público, Judiciais, inspectores da Polícia Judiciária, funcionários judiciais, guardas e directores prisionais. O responsável justificou a iniciativa do Executivo com a sensibilidade das funções que estes desempenham.

Em causa está, de acordo com os sindicatos, a «falta de condições de trabalho em todos os tribunais da Guiné-Bissau». Entre outras, as exigências que constam no pré-aviso de greve dos magistrados, destacam-se a adopção de um estatuto remuneratório específico para os magistrados de duas magistraturas, de acordo com a natureza das suas funções, garantia de segurança nos tribunais, efectivação da autonomia administrativa e financeira dos tribunais, a implementação da promoção feita aos estatutos dos oficias de Justiça e a lei orgânica das secretárias judiciais.

Os sindicatos exigem ainda do Governo, a atribuição gradual de viaturas aos magistrados e transporte colectivo para oficias de Justiça, oito viaturas para os tribunais regionais, como forma de agilizar a realização das buscas judiciais a nível nacional e, por fim, o pagamento de valores atrasados referentes à actualização das promoções dos magistrados do Ministério Público e da Magistratura Judicial. A greve termina dia 9 de Dezembro.

Sumba Nansil

(c) PNN Portuguese News Network
2010-12-07 14:01:06
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