Bissau, 04 jan (Lusa) -- Os operadores judiciais da Guiné-Bissau, que hoje iniciaram a primeira fase de uma greve geral de seis dias, criticaram a "apatia do poder politico" na resolução dos problemas da justiça afirmando que só fala destas questões nos discursos.Segundo Ladislau Imbassa, presidente da Associação Sindical dos Magistrados Judiciais (Asmagui), a greve decorre entre hoje e quinta-feira e na segunda fase entre os dias 11 a 13 deste mês.O responsável dos magistrados judiciais guineenses defendeu que a classe é obrigada a ir novamente para a greve, porque "o governo não tem sido sensível" às reivindicações dos operadores da justiça do país, nomeadamente a melhoria dos salários e das condições laborais.
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Bissau, 04 jan (Lusa) -- Os operadores judiciais da Guiné-Bissau, que hoje iniciaram a primeira fase de uma greve geral de seis dias, criticaram a "apatia do poder politico" na resolução dos problemas da justiça afirmando que só fala destas questões nos discursos.
Segundo Ladislau Imbassa, presidente da Associação Sindical dos Magistrados Judiciais (Asmagui), a greve decorre entre hoje e quinta-feira e na segunda fase entre os dias 11 a 13 deste mês.
O responsável dos magistrados judiciais guineenses defendeu que a classe é obrigada a ir novamente para a greve, porque "o governo não tem sido sensível" às reivindicações dos operadores da justiça do país, nomeadamente a melhoria dos salários e das condições laborais.
Os magistrados da Guiné-Bissau vão voltar a paralisar o sector da justiça no país, com uma greve de seis dias, refere uma nota divulgada à imprensa.
Segundo a nota, a greve decorre entre terça e quinta-feira, e entre os próximos dias 11, 12 e 13 de Janeiro.
A paralisação foi convocada pela Associação Sindical dos Magistrados Guineenses, Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e Sindicato Nacional dos Oficiais da Justiça.
No documento, os três representantes sindicais dos magistrados guineenses remetem para uma conferência de imprensa na terça-feira esclarecimentos sobre as razões da greve.
No início de Dezembro, os sindicatos que representam os magistrados da Guiné-Bissau convocaram uma greve de três dias, para reivindicar melhores condições de trabalho e salariais.
Fonte: Diário Digital
Bissau – O Ministro da Justiça guineense, Mamadu Saliu Djalo Pires, disse, esta terça-feira, em Bissau, que a greve dos sindicatos dos operadores judiciais, afecta negativamente os cidadãos e o sector da Justiça.
Em declarações exclusivas à PNN, Saliu Djalo Pires disse estar incomodado com a situação de greve, declarada pela Associação Sindical dos Magistrados Guineenses, Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e Sindicato Nacional dos Oficias de Justiça, contudo admite que a greve é um direito que assiste a qualquer funcionário como forma de reivindicar os seus direitos. «A paralisação de qualquer sector da sociedade, causa prejuízos, sobretudo ao cidadão que procura um serviço na área da Justiça», reconheceu Mamadu Djalo Pires.
O ministro da Justiça informou que está em curso a instituição de um estatuto remuneratório especial para os magistrados do Ministério Público, Judiciais, inspectores da Polícia Judiciária, funcionários judiciais, guardas e directores prisionais. O responsável justificou a iniciativa do Executivo com a sensibilidade das funções que estes desempenham.
Em causa está, de acordo com os sindicatos, a «falta de condições de trabalho em todos os tribunais da Guiné-Bissau». Entre outras, as exigências que constam no pré-aviso de greve dos magistrados, destacam-se a adopção de um estatuto remuneratório específico para os magistrados de duas magistraturas, de acordo com a natureza das suas funções, garantia de segurança nos tribunais, efectivação da autonomia administrativa e financeira dos tribunais, a implementação da promoção feita aos estatutos dos oficias de Justiça e a lei orgânica das secretárias judiciais.
Os sindicatos exigem ainda do Governo, a atribuição gradual de viaturas aos magistrados e transporte colectivo para oficias de Justiça, oito viaturas para os tribunais regionais, como forma de agilizar a realização das buscas judiciais a nível nacional e, por fim, o pagamento de valores atrasados referentes à actualização das promoções dos magistrados do Ministério Público e da Magistratura Judicial. A greve termina dia 9 de Dezembro.
Sumba Nansil
(c) PNN Portuguese News Network
2010-12-07 14:01:06
Bissau - Os magistrados do Ministério Público, judiciais e os oficiais da Justiça guineense, iniciam a partir desta terça-feira, uma greve geral que vai durar três dias.
Em causa está, de acordo com os sindicatos, a «falta de condições de trabalho em todos os tribunais da Guiné-Bissau». Entre outras, as exigências que constam no pré-aviso de greve dos magistrados, destacam a adopção de um estatuto remuneratório específico para os magistrados de duas magistraturas de acordo com a natureza das suas funções, garantia de segurança nos tribunais, efectivar a autonomia administrativa e financeira dos tribunais, a implementação da promoção feitas aos estatutos de Oficias de Justiças e a lei orgânica das secretárias judiciais.
Os sindicatos exigem ainda do Governo, a atribuição gradual de viaturas aos magistrados e transporte colectivo para oficias de justiça, oito viaturas para tribunais regionais, como forma de agilizar a realização das buscas judiciais a nível nacional e, por fim, o pagamento de valores atrasados referentes à actualização das promoções dos magistrados do Ministério Público e da Magistratura Judicial.
Sumba Nansil
(c) PNN Portuguese News Network
2010-12-06 10:30:53
Justiça, democracia e economia
In Correio da Manhã, escrito por Rui Rangel, Juiz Desembargador, em 02/12/2010
Escrevo hoje da cidade de Bissau, onde me encontro a participar na VIII Conferência dos Presidentes dos Supremos Tribunais de Justiça dos Países e Territórios de Língua Portuguesa.
Nesta terra africana de muitos cheiros, de muitas cores e de muitos sabores, finalmente respira-se estabilidade política e paz, devido à tenacidade e à determinação dos dirigentes políticos. Aqui discute-se ‘O Poder Judicial e as Sociedades Democráticas, realidades indissociáveis ao serviço do de-senvolvimento sócio-económico’.
Falar de Poder Judicial e de Sociedades Democráticas é o mesmo que falar de vida, de felicidade, de sofrimento, de angústia e de esperança. É o mesmo que falar de educação, de formação, de desenvolvimento económico, de atracção de investimento, de protecção do meio ambiente. É, ainda, o mesmo que falar dos novos desafios da globalização, da crise financeira internacional, do papel do Estado na regulação dos mercados e dos novos desafios impostos pela sociedade de comunicação, onde os media assumem uma função decisiva.
Nesta teia complexa de valores, de princípios e de interesses, a Justiça transformou-se numa montra gigante, onde tudo aparece exposto, com virtudes e fraquezas.
Sabendo que não há democracia política sem um poder judicial independente e imparcial, alertei para os perigos que a própria democracia potencia. Hoje temos um poder judicial descontente numa democracia descontente. Vivemos numa democracia descontente que deixou de ter como referência a lei, a dignidade da pessoa humana, a igualdade de oportunidades e a Justiça. Na verdade os grandes perigos de relacionamento destas duas realidades não vêm só das ditaduras, mas também das democracias representativas e pouco participativas. Nos tempos que sopram, a relação é feita mais de tensão, de ruptura, de desconfiança e de suspeição. É uma relação com perversões e fragilidades.
As democracias, ao produzirem líderes fracos e corruptos, potenciam a separação e a marginalização deste pilar essencial do Estado, que é a Justiça. Democracia e Poder Judicial vivem de costas voltadas não percebendo o sistema político que uma Justiça forte, dignificada e independente é a melhor garantia de manutenção dos valores democráticos. Neste rolo compressor da democracia que tolhe os movimentos de quem respira, se nada for feito torna-se impossível dizer que se trata de realidades indissociáveis. São antes realidades antinómicas que não se compreendem e que não respeitam o espaço de intervenção de cada uma.
Por vezes é o próprio Poder Judicial que oferece de bandeja a sua independência, devido a alguma promiscuidade existente, pactuando com os vícios da política e colocando-se mais ao serviço do poder político do que ao serviço da Justiça e do cidadão. A convivência é difícil sobretudo quando a Justiça bate à porta, não pedindo licença para entrar. É que mudou o público frequentador dos tribunais: o Estado, os titulares de cargos públicos, os poderosos, os " grandes do povo", como lhes chamava Montesquieu, já prestam contas à Justiça. E isto pode começar a fazer toda a diferença.
Tudo isto esteve em discussão neste Fórum Internacional de grande relevo para o aperfeiçoamento da democracia e da Justiça.
Bissau, Guiné-Bissau (PANA) - A consolidação da justiça constitui um fator essencial para a construção da paz e da estabilidade, afirmou o primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior.
O chefe do Governo, que falava quarta-feira no ato do encerramento do Primeiro Fórum Nacional da Justiça, afirmou que só com estabilidade política e o setor da justiça a funcionar "adequadamente" o país poderá transmitir um "sentimento de segurança jurídica".
"A justiça precisa de se estabelecer não só em termos funcionais, mas também em termos institucionais. Assim faremos esforços necessários para atender todas as questões relacionadas com as infraestruturas", prometeu Carlos Gomes Júnior.
Acrescentou que faz parte da agenda do seu Executivo "a construção e a reabilitação de edifícios para os tribunais, dos registos e notariados e dos estabelecimentos prisionais".
O primeiro-ministro garantiu que as conclusões tiradas deste encontro serão incorporadas no documento definitivo da Política Nacional para o setor da justiça nos próximos anos.
Organizado pelo Ministério de Justiça com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o fórum de dois dias juntou representantes do Estado, da sociedade civil, das autoridades tradicionais e da comunidade internacional com vista a definir uma política nacional para o setor da justiça.
Repartidos em cinco grupos, os participantes na reunião produziram um documento com uma síntese de recomendações, nomeadamente nos domínios das infraestruturas, da reforma legislativa, da formação profissional e da capacitação, do acesso à justiça e da cidadania.
O chefe do Governo, que falava quarta-feira no ato do encerramento do Primeiro Fórum Nacional da Justiça, afirmou que só com estabilidade política e o setor da justiça a funcionar "adequadamente" o país poderá transmitir um "sentimento de segurança jurídica".
"A justiça precisa de se estabelecer não só em termos funcionais, mas também em termos institucionais. Assim faremos esforços necessários para atender todas as questões relacionadas com as infraestruturas", prometeu Carlos Gomes Júnior.
Acrescentou que faz parte da agenda do seu Executivo "a construção e a reabilitação de edifícios para os tribunais, dos registos e notariados e dos estabelecimentos prisionais".
O primeiro-ministro garantiu que as conclusões tiradas deste encontro serão incorporadas no documento definitivo da Política Nacional para o setor da justiça nos próximos anos.
Organizado pelo Ministério de Justiça com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o fórum de dois dias juntou representantes do Estado, da sociedade civil, das autoridades tradicionais e da comunidade internacional com vista a definir uma política nacional para o setor da justiça.
Repartidos em cinco grupos, os participantes na reunião produziram um documento com uma síntese de recomendações, nomeadamente nos domínios das infraestruturas, da reforma legislativa, da formação profissional e da capacitação, do acesso à justiça e da cidadania.
| Sra. Mazza |
A coordenadora residente do sistema das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Giuseppina Mazza, considerou hoje (terça-feira) que o problema de acesso à justiça não se resume a deficiência das capacidades humanas e institucionais, mas à cultura da impunidade.
A também representante residente do Programa da ONU para o Desenvolvimento falava na abertura do I Fórum Nacional da Justiça, organizado em Bissau pelo Ministério da Justiça guineense em conjunto com as Nações Unidas.
"O problema de acesso à justiça não se resume a um défice de capacidades humanas e institucionais. Alimenta-se de um mal maior que afecta muitos países: o da cultura da impunidade", afirmou Giussepina Mazza.
Para a responsável da ONU em Bissau, que citou as palavras proferidas pelo Secretário-geral das Nações Unidas na conferência de Kampala, em Maio passado, a "era da impunidade chegou ao final".
"Lentamente, mas em passos seguros, se abre uma outra era, a da responsabilidade", disse.
Giuseppina Mazza lembrou igualmente que a justiça não deve "constituir um vector de conflito ou vingança", mas um "factor de estabilização e harmonia, aproximando, verticalmente, os cidadãos e o Estado, e horizontalmente, os cidadãos entre si, de maneira a formar um povo unido".
O I Fórum Nacional da Justiça da Guiné-Bissau, que termina quarta - feira, visa discutir a política nacional para o sector da Justiça do país, bem como um plano para a sua implementação nos próximos cinco anos.
Fonte: ANGOP
Parece que esta Senhora entendeu muitissimo bem a cultura guineense. Para saber mais sobre o PNUD na Guiné-Bissau, acesse os links abaixo indicados (em francês):Site do PNUD na Guine-Bissau
Página com os contactos dos dirigentes
Página dos projetos em curso
Escrito por Adulai Djaló no jornal Nô Pintcha
Um passo em frente no combate à impunidade
Apesar de insuficiente à escala nacional, mas é já um sinal muito positivo do Governo para desencorajar o crime, tornando assim a justiça criminal mais eficaz no combate aos criminosos. Pelo menos, é essa a ideia que se pode ter com a inauguração, no passado dia 22 de Setembro findo, das duas primeiras prisões de Mansoa e Bafatá reabilitadas e em condições aceitáveis de albergar reclusos em cumprimento de penas, bem como de detidos preventivamente.
A cerimónia inaugural, presidida pelo ministro da Justiça, Mamadu Saliu Jaló Pires, mobilizou um número considerável de personalidades públicas e diplomáticas, que marcaram presença nesse grande evento para testemunhar e dar a sua solidariedade a essa iniciativa do Governo, apoiada pelo Escritório das Nações Unidas contra Droga e Crime (ONUDC) e países amigos, com destaque para Reino Unido e Portugal. Este último, no âmbito de cooperação no domínio policial, deu importantíssimo apoio na área dos recursos humanos para as prisões e do fornecimento de fardamento e de outros materiais necessários para o bom desempenho dos guardas prisionais.
As prisões ora inauguradas entrarão em função dentro de dois meses, após a conclusão do curso de formação do corpo de guardas prisionais, que arrancou no passado dia 20 de Setembro, sob orientação dos agentes portugueses. Com efeito, segundo o ministro da Justiça, alguns presos detidos nos centros de detenção de Bissau serão transferidos para os novos estabelecimentos prisionais, que oferecem maiores condições humanas e de segurança aos reclusos.
Para Jaló Pires, as inaugurações destas duas prisões representam um sinal muito forte do Governo em direcção aos que se dedicam ao crime. A esses deixou recado nestes termos: “com o funcionamento desses estabelecimentos prisionais, acaba o facilitismo, o deixa andar, o laxismo, a irresponsabilidade, a incúria na gestão dos reclusos e presos preventivos nas cadeias”.
Esta gestão, segundo ele, passará a ser rigorosa, responsável, legalista, mas também ressocializadora dos reclusos, tendo em vista a sua reinserção na sociedade.
Garantiu rigor na recepção de presos nesses estabelecimentos prisionais, que, segundo suas palavras, só serão recebidos pelos respectivos directores, mediante decisão de um juiz e, excepcionalmente, pela Polícia Judiciária e o Ministério Público pelo tempo mínimo necessário para a sua apresentação ao juiz de instrução para a confirmação da prisão.
Do ponto de vista político, ministro Jaló Pires indicou que com estas inaugurações, o Governo está também a dar sinal de que, paulatinamente, está a cumprir com os compromissos assumidos no seu Programa de Governação aprovado pela ANP em edificar, na Guiné-Bissau, um verdadeiro e eficaz sistema prisional capaz de contribuir para a eficácia do nosso sistema de justiça no combate à criminalidade.
O ministro reconheceu que a justiça criminal guineense carece há muito tempo de um sistema prisional efectivo e real para poder tornar-se eficaz no combate à criminalidade. “Sem prisões e pessoal qualificado para as gerir, não pode haver uma justiça criminal que possa ser eficaz no combate aos criminosos”.
Convicto está Jaló Pires de que a entrada em funcionamento, em finais de Novembro próximo, destas duas prisões e a construção de novos estabelecimentos prisionais e a reabilitação de alguns já existentes vai funcionar como um factor intimidatório para evitar a prática de crimes e sua reincidência, afastando o sentimento de impunidade que actualmente vigora na Guiné-Bissau.
No plano das infra-estruturas prisionais, anunciou que o Governo tem em carteira a reabilitação das prisões da PJ em Bissau e a de Canchungo, a construção de uma prisão central nos arredores de Bissau, de uma prisão em Buba, uma em Catió, em Gabú e outra em Bubaque.
A concluir, o ministro da Justiça garantiu que o Governo vai assumir a alimentação dos prisioneiros e que os Direitos Humanos também serão escrupulosamente respeitados nas prisões. Esta garantia veio assim satisfazer a preocupação do Representante Regional da ONUDC em Dakar, Alexandre SCHMIDT, aquando no seu discurso alertou que a prisão é um lugar de reabilitação dos infractores com base no respeito à vida.
Na mesma linha de preocupação, o embaixador do Reino Unido, Christopher John TROTT, com residência em Dakar, entregou 40 cópias de manual que fala, exclusivamente, das regras a serem respeitadas pelos agentes penitenciários relativas aos Direitos Humanos e dos reclusos.
Por seu lado, a coordenadora do Sistema das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Giuseppina Mazza, disse que a inauguração dessas duas prisões constitui a primeira etapa na luta contra a impunidade, criando condições para uma estabilidade no sentido mais amplo. Garantiu, no entanto, que o Sistema das Nações Unidas, junto com os seus parceiros internacionais, apoiará os esforços do Governo da Guiné-Bissau no que se refere à reinserção dos prisioneiros na sociedade.
Entretanto, as autoridades regionais de Oio e de Bafatá manifestaram a sua satisfação por esta iniciativa do Governo, agradecendo aos organismos que directa ou indirectamente apoiaram esse projecto, em especial o UNODC pelo apoio financeiro que permitiu a reabilitação dessas duas prisões.
O Governador de Oio, Sanna Tchuda disse que as prisões não podem servir só de espaço para o cumprimento de penas, mas também de lugar para reeducar e moralizar as pessoas que cometem crimes, de forma a desencorajar essas práticas. Lembrou que há crimes voluntários e involuntários, pelo que a prisão poderá, também, servir de refúgio às pessoas que, de uma maneira ou outra, cometem crimes.
