| 2011-04-20 14:00:08 |
Bissau - A Associação Nacional de Importadores e Exportadores da Guiné-Bissau anunciou para esta quarta-feira, o encerramento dos seus postos de venda e de comercialização de castanha de caju em território nacional.
«A partir de hoje informamos aos nossos parceiros que se encontram no terreno, de que estão encerrados os nossos armazéns, balanços até que haja uma soluçao definitiva deste diferendo», disse o Presidente da Associação Nacional de Importadores e Exportadores da Guiné-Bissau, Amadu Iero Djamanca, à PNN.
Amadu Iero Djamanca recorreu ainda à legislação de 2005, que disciplina a fileira de comercialização da castanha de caju, sustentando que o despacho do Ministro Botche Candé vai contra a referida lei em vigor no país.
O presidente da Associação Nacional de Importadores e Exportadores reconheceu ainda que esta situação pode prejudicar gravemente a presente campanha de comercialização de castanha de caju para o presente ano económico. Em termo de soluções, Iero Djamanca disse haver necessidade de diálogo, tendo desmentido que não era do conhecimento prévio dos seus associados o despacho do Governo.
O Governo sustenta o seu despacho dizendo que era de comum acordo entre os operadores económicos, e refere ainda que o valor em causa se destina ao fundo de garantia à promoção e industrialização, assim como de pagamento das directivas da CEDEAO como a caução da República da Guiné-Bissau na organização.
O grupo deve manter esta quarta-feira um encontro com o primeiro-ministro para encontrar uma solução para a anunciada paralisação de actividades de comercialização de castanha de caju.
Sumba Nansil
(c) PNN Portuguese News Network
Bissau, Guiné-Bissau 12/01/2011 11:50 (LUSA)
Temas: Economia, Negócios e Finanças
Temas: Economia, Negócios e Finanças
Bissau, 12 jan (Lusa) – Um grupo de empresários chineses chega à Guiné-Bissau na quinta-feira para identificar oportunidades de investimento no país, refere um comunicado do Ministério da Economia.
Segundo o documento, a deslocação dos empresários tem como objetivo “identificar oportunidade de investimento nos setores da agricultura, pesca, energia e indústria, nomeadamente na área do processamento da castanha de caju”.
A castanha de caju é o principal produto de exportação da Guiné-Bissau.
A deslocação dos empresários chineses, que ficam no país até ao próximo dia 21, ocorre na sequência da deslocação do primeiro-ministro guineense, Carlos Gomes Júnior, a Macau para participar no Fórum de Cooperação Comercial e Económica entre China e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
No recente Fórum Macau, o chefe do Governo chinês, Wen Jiabao, anunciou que Pequim ia disponibilizar nos próximos três anos 730 milhões de euros para desenvolver a cooperação económica com a comunidade lusófona.
Na mesma ocasião, o primeiro-ministro chinês revelou que o seu país vai também criar uma linha de crédito de 176 milhões de euros, destinada aos Estados africanos de língua oficial portuguesa e a Timor-Leste.
Durante a sua estada em Bissau, os empresários chineses vão reunir-se com vários membros do Governo, autoridades regionais e com a Direção-Geral de Promoção do Investimento Privado.
MSE.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/Fim